{"id":795,"date":"2018-10-16T14:00:45","date_gmt":"2018-10-16T17:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacocamila.wordpress.com\/?p=795"},"modified":"2020-11-05T19:06:29","modified_gmt":"2020-11-05T22:06:29","slug":"luto-em-crianca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacocamilaferreira.com.br\/?p=795","title":{"rendered":"Luto em crian\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>Perder um ente querido traz in\u00fameras rea\u00e7\u00f5es emocionais aos adultos, sofremos com perda e buscamos apoio em familiares, amigos e profissionais da sa\u00fade mental. Como falamos as crian\u00e7as sobre a perda, quando n\u00f3s mesmo n\u00e3o conseguimos abordar o assunto.<\/p>\n<p>Sabemos como a crian\u00e7a entende o luto? H\u00e1 diferen\u00e7as como lida conforme sua idade? O que devemos falar a ela? Ao perder um ente querido entramos em contato com sentimentos que nos trazem angustia, na tentativa de amenizar nosso sofrimento ou incompreens\u00e3o sobre ele pode manifestar diversos mecanismos de defesa, assim como as crian\u00e7as tamb\u00e9m podem e sofrem.<\/p>\n<p>Vamos falar um pouco sobre como lidarmos com o luto para as crian\u00e7as.<\/p>\n<hr \/>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><strong>Luto em crian\u00e7a<\/strong><\/em><\/span><\/h2>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Como as crian\u00e7as reagem \u00e0 morte ?<\/strong><\/p>\n<p>A crian\u00e7a, no seu conflito inicial, torna-se envolvido numa constante de nega\u00e7\u00e3o e confronto, que ap\u00f3s algum tempo \u00e9 restabelecida.\u00a0 Pode, ent\u00e3o, ser novamente capaz de se adaptar ao seu ambiente natural.\u00a0 As manifesta\u00e7\u00f5es de pesar normal podem ocorrer imediatamente ap\u00f3s a perda ou passado algum tempo.<\/p>\n<p>Os mais comuns s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Choque e confus\u00e3o com a perda de um ente querido<\/li>\n<li>Ira, que se manifesta em violentos jogos, pesadelos eirritabilidade e \/ ou raiva para com outros membros da fam\u00edlia.<\/li>\n<li>Grande temor ou medo de perder o pai, a m\u00e3e ou outros membros da fam\u00edlia que ainda est\u00e1 vivo.<\/li>\n<li>Voltar a est\u00e1gios anteriores de desenvolvimento. Pode agir de forma mais infantil, por exemplo, exigir mais aten\u00e7\u00e3o, mais amor, falando como um beb\u00ea, etc.<\/li>\n<li>Tristeza, que pode se manifestar como ins\u00f4nia, perda de apetite, o medo de estar sozinho prolongada, falta de interesse nas coisas que o costumavam motivar, irritabilidade, diminui\u00e7\u00e3o do desempenho escolar e vontade de estar com o falecido.<\/li>\n<li>Pode \u00e0s vezes acreditar que eles s\u00e3o os culpados pela morte de sua fam\u00edlia por coisas que t\u00eam dito, feito ou desejado.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Poss\u00edveis indicadores de luto inadequado na crian\u00e7a<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Apatia e falta de rea\u00e7\u00e3o \u00e0 perda. \u2022 Isolamento manifestando respostas afetivas de indiferen\u00e7a.<\/li>\n<li>Choro excessivo por longos per\u00edodos. \u2022 Birras frequentes e prolongadas.<\/li>\n<li>Encontrar imediatamente uma substitui\u00e7\u00e3o do falecido.<\/li>\n<li>Diminui\u00e7\u00e3o da autoestima.<\/li>\n<li>Sentimento de culpa e de autocensura com a morte de um ente querido.<\/li>\n<li>Tristeza permanente.<\/li>\n<li>Um per\u00edodo prolongado em que a crian\u00e7a perde o interesse em amigos e atividades que costumava gostar.<\/li>\n<li>Perda de autocuidado, ter atitudes e comportamentos de risco.<\/li>\n<li>Pesadelos frequentes e problemas do sono e medo de estar sozinho. \u2022 Comportamento infantil por um longo tempo.<\/li>\n<li>Dores de cabe\u00e7a frequentes com ou sem outras queixas\/doen\u00e7as f\u00edsicas.<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es significativas no desempenho escolar ou falta de vontade de ir para a escola.<\/li>\n<li>A imita\u00e7\u00e3o excessiva e repetitiva das express\u00f5es do falecido manifestando vontade de se reencontrar com ele \/ ela.<\/li>\n<li>Se um ou mais desses recursos s\u00e3o apresentados em uma prolongada, pode indicar a presen\u00e7a de sintomas depressivos ou sentimentos de luto n\u00e3o resolvido.<\/li>\n<li>N\u00e3o hesite em procurar a ajuda de um profissional para avaliar a situa\u00e7\u00e3o, facilitar a aceita\u00e7\u00e3o da morte e aconselhar a fam\u00edlia no processo de luto.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>RECOMENDA\u00c7\u00d5ES sobre o luto infantil<\/strong><\/p>\n<p>Existem v\u00e1rias alternativas que podem ser fornecidas a uma crian\u00e7a durante o processo de luto.<\/p>\n<ol>\n<li>Aceita\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li>Explique aberta e claramente o processo de doen\u00e7a ou morte de um ente querido. \u2022 N\u00e3o diga coisas como &#8220;ele foi embora&#8221;, &#8220;adormeceu&#8221;, &#8220;foi para o c\u00e9u&#8221; ou &#8220;foi ter um anjinho.&#8221;<\/li>\n<li>Quando se refere ao ente querido faz\u00ea-lo no passado, evitar falar no tempo presente.\u2022 Permitir, se for a vontade da crian\u00e7a, que participe em cerim\u00f3nias religiosas ou rituais f\u00fanebres.<\/li>\n<\/ul>\n<ol start=\"2\">\n<li>Dor experimenta\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li>Incentive o seu filho a expressar mem\u00f3rias com refer\u00eancia ao ente querido falecido e os seus sentimentos sobre a perda, nomeadamente: raiva, medo e tristeza e deixe-o chorar.N\u00e3o diga coisas como: &#8220;N\u00e3o chore&#8221;, &#8220;n\u00e3o fique triste&#8221;, &#8220;voc\u00ea tem de ser corajoso&#8221;, &#8220;n\u00e3o \u00e9 bom com tanta raiva&#8221;. Isso pode cortar a sua liberdade de express\u00e3o e impedir que a crian\u00e7a possa desabafar.<\/li>\n<li>Mantenha-se f\u00edsica e emocionalmente perto do filho. Esteja sempre disposto a abra\u00e7\u00e1-lo, ouvi-lo e acarinh\u00e1-lo.<\/li>\n<li>O adulto n\u00e3o deve ser privado de expressar a sua dor em redor da crian\u00e7a.<\/li>\n<li>Fale sobre a morte usando elementos da natureza. Fale com ele sobre os seus medos e ansiedades. N\u00e3o deixe que ele se culpe pela morte que ocorreu.<\/li>\n<\/ul>\n<p>3. \u00a0 Reorganiza\u00e7\u00e3o do ambiente<\/p>\n<ul>\n<li>Incentive a crian\u00e7a a participar tarefas di\u00e1rias e h\u00e1bitos estabelecidos.<\/li>\n<li>Evite mudan\u00e7as dr\u00e1sticas no ambiente familiar,<\/li>\n<li>Reinvestimento de energia<\/li>\n<li>&#8220;Sinta-se bem&#8221; na aus\u00eancia da pessoa amada.<\/li>\n<li>Incentive alegria na crian\u00e7a, a procurar novos amigos e projetos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O luto pela perda de um ente querido \u00e9 um processo abstrato e complexo e por isso a forma de o abordar e compreender depende de v\u00e1rios aspectos importantes, tais como a idade da crian\u00e7a, o n\u00edvel de desenvolvimento evolutivo e os fatores emocionais que est\u00e3o envolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando a morte de um ente querido ocorre, os adultos acreditam que as crian\u00e7as n\u00e3o choram. Ao acreditarmos nisso estamos a agir de forma errada. Evitar por todos os meios que as crian\u00e7as assistam, vejam ou ou\u00e7am os eventos tal como eles sucedem, na expectativa de os proteger desse sofrimento, n\u00e3o \u00e9 uma pr\u00e1tica correta.<\/p>\n<p><strong>\u00a0A forma como as crian\u00e7as percebem a morte\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">As crian\u00e7as t\u00eam seu pr\u00f3prio conceito de morte. Cada crian\u00e7a v\u00ea a morte de acordo com sua idade, com a sua forma\u00e7\u00e3o intelectual, contexto escolar e familiar.\u00a0 Tal como noutros processos de desenvolvimento, as crian\u00e7as t\u00eam um ritmo individual. \u00c9 importante perceber que todas as crian\u00e7as experimentam uma vida \u00fanica e que t\u00eam a sua pr\u00f3pria maneira de expressar e controlar seus sentimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para as crian\u00e7as de 3-4 anos a morte \u00e9 tempor\u00e1ria e revers\u00edvel n\u00e3o estando ainda o conceito definido. Esta ideia \u00e9 refor\u00e7ada por verem personagens de desenhos animados que &#8220;morrem&#8221; e &#8220;renascem&#8221;, sendo esta ideia caracter\u00edstica do pensamento m\u00e1gico desta idade. voltar.\u00a0 \u00c9, portanto, necess\u00e1rio entender quando nos questionam uma e outra vez se a pessoa (falecida) vai voltar.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na sua mente, a pessoa que morreu ainda est\u00e1 a comer, a respirar, ou vai acordar a qualquer momento para voltar a uma vida plena.<\/p>\n<p>O luto \u00e9 o processo de adapta\u00e7\u00e3o que restaura o equil\u00edbrio pessoal e familiar rompido com a morte de um ente querido.<\/p>\n<p>As crian\u00e7as dessa idade levam as coisas de forma muito literal. \u00c9 melhor dizer que ele est\u00e1 morto, eles usam palavras como &#8220;desaparecido&#8221;, &#8220;perdemos&#8221; (pode pensar: o que se eu ficar perdido e n\u00e3o voltar para casa), &#8220;Desaparecido&#8221;, &#8220;est\u00e1 adormecido para sempre &#8221; (podem ter medo de n\u00e3o ser capaz de acordar),&#8221; foi de Viagem &#8220;,&#8221; Deus tomou-o &#8220;&#8230; Este g\u00e9nero de express\u00f5es pode alimentar o medo de morrer ou de ser abandonado, e criar mais <a href=\"https:\/\/espacocamilaferreira.com.br\/?p=2331\">ansiedade<\/a> e confus\u00e3o.\u00a0\u00a0\u00a0 Para ajudar as crian\u00e7as a compreender o que \u00e9 a morte,\u00a0\u00e9 \u00fatil referir-se aos v\u00e1rios momentos da vida quotidiana, onde a morte est\u00e1 presente: na natureza da morte, animal de estima\u00e7\u00e3o, etc<\/p>\n<p>Nesta fase, a crian\u00e7a expressa a sua percep\u00e7\u00e3o da morte atrav\u00e9s de reac\u00e7\u00f5es como choro constante. Pode tornar-se irritadi\u00e7o, perder o apetite, ter dificuldades em adormecer ou ter um sono de pior qualidade por manter, constantemente, a busca (ou espera) por essa pessoa<\/p>\n<p>Entre as idades de 5 e 9 anos, a maioria das crian\u00e7as come\u00e7am a perceber que a morte \u00e9 definitiva e que todas as coisas vivas morrem, Mas continuam a pensar que as pessoas que as rodeiam, as mais pr\u00f3ximas, os seus entes, nunca morrer\u00e3o.<\/p>\n<p>Depois de 9 anos, as crian\u00e7as pensam como os adultos, que morrer \u00e9 natural, f\u00edsico, universal e irrevers\u00edvel que todos os homens morrem e eles pr\u00f3prios v\u00e3o morrer um dia. No entanto ainda n\u00e3o est\u00e3o plenamente conscientes da verdadeira realidade.<\/p>\n<p>Deve-se permitir, a partir dos 9 anos que a crian\u00e7a assista a parte dos rituais funer\u00e1rios. Deve-se permitir que a crian\u00e7a assista e participe no vel\u00f3rio, funeral ou enterro. Participar nestes eventos pode ajudar a compreender o que \u00e9 a morte e come\u00e7ar melhor o processo de luto. Se poss\u00edvel, \u00e9 aconselh\u00e1vel que antecipe o que vai ver e ouvir e explicar a raz\u00e3o desses rituais.\u00a0 Se a crian\u00e7a n\u00e3o quiser ver o corpo ou participar de qualquer acto, n\u00e3o se deve for\u00e7ar ou faz\u00ea-lo sentir-se culpado por n\u00e3o fazer.<\/p>\n<p><strong>Quando e como dar a not\u00edcia<\/strong>.<\/p>\n<p>Embora a tarefa seja muito dolorosa e dif\u00edcil o mais adequado \u00e9 faz\u00ea-lo o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. Ap\u00f3s a primeira hora de maior drama e confus\u00e3o, procure um tempo adequado e um local apropriado para explicar o que aconteceu de forma simples e sincera. Por exemplo, podemos dizer: &#8220;Tenho uma coisa muito triste para te dizer: o av\u00f4 estava muito doente e morreu. Por isso j\u00e1 n\u00e3o vai estar mais conosco.\u201d<\/p>\n<p>Explicar como ocorreu a morte.\u00a0 Deve esfor\u00e7ar-se por faz\u00ea-lo com poucas palavras. Por exemplo: Se for um acidente, podemos dizer que ficou muito, muito, muito gravemente ferido, e que os m\u00e9dicos e os enfermeiros fizeram o seu melhor para &#8220;consertar&#8221; o corpo, mas que \u00e0s vezes o ferimento \u00e9 t\u00e3o grave que os medicamentos n\u00e3o podem curar.<\/p>\n<p>O que podemos dizer se perguntar por qu\u00ea? Por que est\u00e1 morto? Por que eu? Estas s\u00e3o perguntas dif\u00edceis de responder. \u00c9 certo dizer que n\u00f3s tamb\u00e9m fazemos as mesmas perguntas, ou simplesmente que n\u00e3o sabemos a resposta. \u00c9 bom saber que todos os homens devem morrer e que um dia nos acontece a todos. As crian\u00e7as com mais tend\u00eancia para a fantasia podem atribuir a qualquer coisa do falecido (disse ou deixou) que tenha causado a sua morte. Se uma crian\u00e7a diz: &#8220;Eu queria ser mais agrad\u00e1vel para a m\u00e3e, para que ela n\u00e3o tivesse morrido&#8221;, dizemos com calma, mas com firmeza que n\u00e3o era culpa dele.<\/p>\n<p>Se os pais ou pai sobrevivente \u00e9 muito envolvido em atender \u00e0s necessidades da crian\u00e7a, voc\u00ea pode querer outra pessoa (parente ou amigo da fam\u00edlia) para ajudar. \u00c9 prefer\u00edvel ter algu\u00e9m pr\u00f3ximo \u00e0 crian\u00e7a, que a permita expressar as suas emo\u00e7\u00f5es e que a permita sentir-se confort\u00e1vel, respondendo a perguntas.<\/p>\n<h5>Artigo origem:\u00a0Luto em crian\u00e7as<\/h5>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o Ordem Dos Psic\u00f3logos Portugueses<\/p>\n<p>\u00a9 Arbulo, B., Garc\u00eda, C., Rodr\u00edguez, R. \/\/ Fdez. M\u00e1rquez, L<\/p>\n<p>http:\/\/www.psicofundacion.es\/uploads\/images\/Gallery\/ripe\/Tr\u00edptico%20luto%20em%20crian\u00e7as.pdf<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Perder um ente querido traz in\u00fameras rea\u00e7\u00f5es emocionais aos adultos, sofremos com perda e buscamos apoio em familiares, amigos e profissionais da sa\u00fade mental. 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